A autora, Sueli Santos de Azevedo, faz, neste livro, um relato e algumas considerações sobre sua permanência nos Estados Unidos da América por quase dois anos, e produz um estudo da Língua Inglesa baseado em sua experiência e cursos realizados.
Desenvolvimento
Desde o início insiste em seu amor pela língua inglesa há muitos anos, e sua "aventura" no país do Tio Sam, corrobora esta afirmativa. Destaca as relações interpessoais em seu ambiente de trabalho, inclusive com a citação de nomes que fizeram sua história no país distante, destacando o nome de seu filho Cristian, como companheiro de labor. Comenta sobre o conflito cultural e linguístico encontrado no novo ambiente.
Destaca fatos acontecidos nas relações linguísticas entre colegas de trabalho e seus gestores. Aconselha a quem for se aventurar nesta empreitada a começar o aprendizado da língua inglesa para facilitar a compreensão das atividades a serem desenvolvidas. Indica cursinhos de inglês disponíveis em vários locais. Seu sonho era fazer um Curso de Inglês na Harvard, mas nao conseguiu, mas fez três pequenos cursos que a ajudaram muito.
Sua ida para os Estados Unidos alia motivações de sonhos, de cansaço e falta de motivação no Magistério, quando trabalhou na Escola Tiradentes e na rede municipal de ensino de Ipatinga... queria mais! Quase terminou um Curso de Direito em Ipatinga. mas antes do término foi para os Estados Unidos da América, depois que viu os alunos do inicio do Mestrado em Direito fazendo suas pesquisas em inglês, sentiu que precisava se aprimorar para continuar o curso, mas nao pôde retornar depois de outra avaliação sobre fazer um novo Curso Superior.
Pelo texto percebe-se que a permanência da autora nos Estados Unidos foi um grande aprendizado, não só de uma nova língua, mas de uma nova cultura muito diferente da brasileira. Na cultura linguística dá alguns exemplos de usos de frases e palavras. Teve também como resultado, o conhecimento de novas pessoas de culturas diferentes como os portugueses, que apesar da mesma língua possuem atitudes diferentes dos brasileiros. Ficou admirada com a organização do país em todos os sentidos: nos transportes; na aquisição de veículos; no valor da moeda; no recebimento do salário semanal e não mensal como no Brasil etc. Realça também o sofrimento dos trabalhadores em relação aos tipos de atividades oferecidas aos imigrantes, mas, a maioria achava que o salário compensa.
Enfim, é um livro bom para quem gosta de novos conhecimentos. A autora escreve uma literatura leve e de fácil leitura.
Boa leitura!






































































































































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